Wednesday, March 30, 2011

A Narrativa



"Narrative is one of the wats in which knowledge is organized. I have always thought it was the most important way to transmit and receive knowledge." (Toni Morrison, author, Beloved)

Contar uma história sempre tem sido um dos melhores maneiras de ensinar. Por exemplo, eu posso falar para minha filha que não se deve contar mentiras porque pessoas vão perder confiança em você. Mas eu aposto que ela nem ligaria para o conselho do pai. Contudo, se eu conto a história do menino que chamava lobo, ela vai prestar atenção e lembrar do conselho depois. Eu gosto muito de assistir filme que tem mensagens na história, porque eu gosto muito de aprender delas. Se eu assisto um filme ou ler um livro que é cheio de ação mas vazio de moralidade ou ensinamento qualquer, eu me sinto que perdi tempo precioso de minha vida assistindo um filme ou lendo um livro que não presta.

Friday, March 11, 2011

Grandes Decisões



"Há apenas a mensa fraqueza da criatura humana no momento das grandes decisões." (Dias Gomes, O Pagador de Promessas, p 97)

Quem nunca se arrependeu de fazer um dicisão ruím, e olhar para atrás se perguntando o que ele memso estava pensando ao tomar a decisão? Eu aposto que ninguém nunca se fez assim. Como Dias Gomes falou, explicando a situação da Rosa, seres humanos são muito pessimos de fazer decisões nos momentos cháves. O que faremos então? Será que devemos desistir de fazer coisas certas? Claro que não! Fazer boas decisões é talento que exige prática. Também ajuda pensar no que vai ou pode acontecer e já decidir o que falar no momento crítico. Assim, a decisão é já feita com mente tranquila. Se não pensamos antes, estamos sujeitos à nossa própria fraqueza.

Thursday, March 10, 2011

Conciência Tranquila


Bonitão - "Sono de pedra... Não acorda nem com os foguetes de Santa Bárbara. Dizem que é assim que dormen as pessoas que têm a conciência tranquila e a alma leve" (Dias Gomes, O Pagador de Promessas, p54)

É assim que todo mundo queria ser, limpo de culpa com conciência tranquila. Zé do Burro respresenta em muitas maneiras a pessoa ideal. Ele é humilde, honesto, e puro. Ele é o que chamamos homem de verdade. O problema fica que as vezes esquecemos da ideia de ser o homem ideal e falamos que onde estamos está bem. Até pode ficar como o Padre que virou cego a honestidade, humildade, e pureza do Zé. É importante lembrar das pessoas assim sejam real ou ficção porque naturalmente admiramo-las e queremos ser um pouco mais como eles.

Promessas

Promise?

Zé do Burro - "Nunca se deve deixar de pagar uma promessa. Mesmo quando é dessas de comprometer o santo. Garanto que da próxima vez Santo Antôniovai se fingir de surdo . E têm razão" (Dias Gomes, O Pagador de Promessas, p34)

Diz que somente tem uma chance de primeira impressão com alguém. Também somente tem um primeiro acordo e vai ficar apenas um acordo se queibra-o. Eu tive amiga no colégio que falava cada vez que eu a via que iria planejar algo para fazer comigo e meus amigos. De vez em quando acontecia, mas raramente. Eu dexei de confiar nela, eu fiquei chateado quando ela falava assim, sabendo que há pouca chance que ela cumprir com o que falou. Se deixarmos de cumprir com nossas promessas, vamos perder a confiânça dos outros e ser conhecidos de mentirosos. Isso é bem pior de simplesmente cumprir com o que prometimos. Ao passar o tempo, se dexarmos de cumprir com nossas palavras o pior caso é que perdemos confiânça em nós mesmos. Assim dirige a uma vida muito triste. Se cumprirmos nossas promessas a outros vamos ter mais confiânça em nós mesmos e poderemos conseguir muito mais com nossas vidas.

Monday, February 21, 2011

Literatura Brasileira


Quinta passada, eu tive o oportunidade de ouvir uma palestra da Adriana Lisboas. Infelizmente, por causa de minhas outras aulas, eu podia assistir apenas o primeiro discurso dela, mas eu gostei e sou grato por poder asistir ao menos um. Primeiramente, eu aprendi sobre muito mais autores brasileiros com estilo de escrever parecido com o estilo da Adriana. Quando eu não estou tão tarefado com leitura e outras tarefas das aulas, gostaria de ler um pouco mais das obras dela e de suas colegas. Eu gostei do que ela falou citando outros autores mas sendo desconhecido com os nomes, eu não consegui escrevê-los nas minhas notas. Por exemplo, ela citou aleguem falando que ~ "não escreve coisas," e continuou que tem orgulho de suas "não-coisas." Outra ideia que gostei foi que cada história exige um tom e vocabulário particular. Eu nunca pensei assim antes, mas agora que ela falou, faz muito sentido. É bem como uma pintura. Não dá pintar uma scena triste com cores brilhantes, e quando escrever uma história tem que escolher um tom e usar um vocabulário que complementa. Foi um grande prazer ouvir a Adriana falar, e eu aprendi muito. 

Friday, February 18, 2011

Por Acaso

(Augusto de Campos, Acaso)

Todos os dias o futuro se revela, mas as vezes, importante que se perguntar como seria se acontecesse diferente. O poema mostra todas as maneiras de arranjar as letras a, a, c, o, e s, e apenas um é realmente a palavra acaso, a palavra que simbolize o poema inteira. Existem ainda mais possibilidades de como a vida se anda no dia a dia, mas apenas uma delas é a realidade que conhecemos. Na verdade, não faz muito sentido pensar no que não aconteceu e em como não é agora. Conduto, pensar nisto nos ajuda esperar que talvez um dia a vida será melhor. Também nos permite aprender de nossos erros quando pensar, quão melhor seria se fizéssemos diferente. Outro proveito é que podemos imaginar como a vida podia ser muito pior, e olhando de cima para baixo, ficamos gratos por estar tão alto. Então, não é bom pensar demais no que podia ser, nas outras possibilidades da vida mais de vez em quando faz bem olhar na cena maior que o poema "Acaso" nos mostra.

Saturday, February 12, 2011

Ciúmes do Sol


Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
"Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!"
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

"Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela"
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:

"Mísera! tivesse eu aquela enorme, àquela
Claridade imortal, que toda a luz resume!"
Mas o sol, inclinando a rútila capela:

"Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?"
 (Machado de Assis, Círculo visioso)



Quem nunca já olhou para alguém e se perguntou como seria viver a vida dele? Todos fazem isto de vez em quando. Geralmente, é muito mais fácil ver as atributos bons do outros do que nós mesmos. Isto é porque nós queremos esconder nossas fraquezas. No mesmo jeito que a lua nem se sabe que o sol se sente com fardo da luz e preso no céu azul, nós quando admiramos alguém não vemos as fraquezas que ele tem ou os fardos que ele carrega. Não é errado admirar os outros, mas é prejudicial ao nosso bem-estar negligenciar nossos próprios atributos bons. Também é importante lembrar que todos foram feitos diferente um do outro com propósito. Cada um com fortalezas e cada um com fraquezas.

Friday, February 4, 2011

Peso Da Eternidade

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"Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim." (Clarice Lispector, Medo da Eternidade)

É interessante pensar na palavra eternidade. Pode pensar, "é muito tempo," mas na verdade é tanto tempo que nem é mais tempo, é tudo. É uma palavra não desse mundo e por esta razão a crianças entendem melhor dos adultos o que é. Por mais tempo que passamos no mundo, sentimos cada vez mais parte dele e sentimos cada vez menos parte da eternidade. Então quando a menina aprende que o chiclete acaba nunca, ela sente o peso da eternidade. Talvez pessoas maiores acham o pensamento desentendimento da jovem, e que ela ainda tem muito a aprender. Mais pode ser que ela entende ainda coisas fora deste mundo que eles esqueceram anos atrás. E por isso ela sente o peso da eternidade que para ela é tão real e que outros nem têm ideia que existe. Acredito que temos muito a aprender de cada pessoa que encontramos, até as criancinhas.

Thursday, January 27, 2011

Cinzento e Amarelo



 

"Cinzento, todo cinzento. Sob uma tarde cinzenta. Sob as asas havia também um pouco de amarelo, notei." (Adriana Lisboa, Primavera)

A literatura da Adriana Lisboa não é tanto hisória de ação como é uma descrição de um ambiente. Na verdade ela faz uma pintura na mente do leitor com suas palavras. Se um artista for pintar uma paisagem tranquila, talvez começará por pintar o fundo de um cor neutro como cinzo, e depois pintar em cima com cores mais brilhantes que dão contrasto. Isto é exatamente o que Adriana faz, mais com palavras em vez de tinta. É por essa razão que ela começa com a frase, “Cinzento, todo cinzento.” Isto é o fundo da pintura. Depois, ela introduze cores mais brilhantes, “um pouco de amarelo... magenta, cor-de-rosa... a porta azul... capa azul... manchado de vermelho-ferrugem.” Ela usa essas cores e pinta essa imagem na mente do leitor. Ao terminar, existe uma obra-prima que varia um pouco de um leitor para o outro.

Monday, January 24, 2011

Fados




Eu fui ao Cinema Internacional no Sábado passado com minha esposa para assistir o filme "Fados." Não foi exatamente o que eu esperei, mas acabei gostando ainda. Pelo que eu entendia, Fado, é uma música tradicional de Portugal que fala de amor e é geralmente melancólica. A dança da primeira música me surpreendi, e o fato que era música sem letra e mesmo sem melodia. Isso não era o que eu esperava de um filme chamado "Fados." Durante o resto da filme eu vi uma mistura de músicas mais tradicionais, músicas contemporâneas, e alguns que cabem só no gênero "Estranha." 

O que eu mais gostei era as partes instrumentais como na musica "A Casa dos Fados." Eu achei os músicos tão talentosos quanto os vocalistas. 

A música que minha esposa mais gostou foi "Na Travessa Da Palha" da Lila Downs, porque tinha história legal e que ela podia entendê-la melhor do que as outras.

Apesar de ser diferente do que eu achei que seria, é bom que eu fui ao cinema para assistir este filme legal. Tinha música e dança muito bonita e eu me diverti ao assistir com minha esposa. 

Thursday, January 20, 2011

O Enfermeiro

"Adeus, meu caro senhor. Se achar esses apontamentos valem alguma coisa, pague-me também com um túmulo de mármore, ao qual dará por epitáfio esta emenda que faço aqui ao divino sermão da montanha: "Bem-aventurados os que possuem, porque eles serão consolados". (Machado de Assis, O Enfermeiro)

Ao ler qualquer conto de Machado de Assis, é important ler entre as linhas. Ele fala muito mais do que a face das palavras representam. O conto "O Enfermeiro" não é nada differente. Especialmente no final onde até parece que o Procópio morreu feliz com sua riqueza. Mas para entender a mensagem do Machado de Assis, é preciso pensar bem não somente nas palavras mas, no contexto delas. Será que esse conto teria sido escrito pelo Procópio se ele não sentisse culpa nenhum, se ele realmente fosse consolado pelo dinheiro que herdou? Claro que não. Parece que o dinheiro entorpeceu seus sentimentos de culpa, por algum tempo, talvez até a morte. Mas pense bem na situação em que o conto foi divulgado. Sabemos que o Procópio já morreu, então sabemos que toda riqueza que herdou, não mais está com ele. Ele fala que os que "possuem" serão consolados, contudo, sendo morto, ele não possui nada mais do que a culpa da morte do coronel.

Tuesday, January 11, 2011

Andar Sozinho


“Porque a solidão é oficina de idéias, e o espírito deixado a si mesmo, embora no meio da multidão, pode adquirir uma tal ou qual atividade.” (Machado de Assis , Teoria Do Medalhão)
Na verdade essa citação está tirado fora do contexto usado no diálogo. Contudo, realmente isto é uma das mensagens que Machado do Assis queria falar neste texto. Ele uso o pai como um tipo de porta-voz meio estranho, por que neste texto as lições que devemos aprender são o contrário do que o pai fala. Assim o autor usa ironia para ensinar o leitor indiretamente.
Aqui o pai diz que o filho nunca deve andar sozinho porque assim ele vai criar suas prórprias idéias. Quase todo leitor, depois de ler esse frase, verá uma bandeira vermelho dizendo que isso não é bom conselho. Da para ver que o Machado do Assis quer falar que andar sozinho faz bem, para a mente. É verdade que faz bem ficar sozinho as vezes porque pode conhecer a se mesmo e criar suas próprias idéias sem as distrações que a fala dos outros pesoas leve.
Esse diólago está cheio de mensagens irónicas, que o leitor pode aprender se lembrar que embora o pai estja falando sério ao filho, ele também é a voz irónica do autor Machado de Assis.