A literatura da Adriana Lisboa não é tanto hisória de ação como é uma descrição de um ambiente. Na verdade ela faz uma pintura na mente do leitor com suas palavras. Se um artista for pintar uma paisagem tranquila, talvez começará por pintar o fundo de um cor neutro como cinzo, e depois pintar em cima com cores mais brilhantes que dão contrasto. Isto é exatamente o que Adriana faz, mais com palavras em vez de tinta. É por essa razão que ela começa com a frase, “Cinzento, todo cinzento.” Isto é o fundo da pintura. Depois, ela introduze cores mais brilhantes, “um pouco de amarelo... magenta, cor-de-rosa... a porta azul... capa azul... manchado de vermelho-ferrugem.” Ela usa essas cores e pinta essa imagem na mente do leitor. Ao terminar, existe uma obra-prima que varia um pouco de um leitor para o outro.
Thursday, January 27, 2011
Cinzento e Amarelo
A literatura da Adriana Lisboa não é tanto hisória de ação como é uma descrição de um ambiente. Na verdade ela faz uma pintura na mente do leitor com suas palavras. Se um artista for pintar uma paisagem tranquila, talvez começará por pintar o fundo de um cor neutro como cinzo, e depois pintar em cima com cores mais brilhantes que dão contrasto. Isto é exatamente o que Adriana faz, mais com palavras em vez de tinta. É por essa razão que ela começa com a frase, “Cinzento, todo cinzento.” Isto é o fundo da pintura. Depois, ela introduze cores mais brilhantes, “um pouco de amarelo... magenta, cor-de-rosa... a porta azul... capa azul... manchado de vermelho-ferrugem.” Ela usa essas cores e pinta essa imagem na mente do leitor. Ao terminar, existe uma obra-prima que varia um pouco de um leitor para o outro.
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